Alisson em ação no amistoso entre Brasil e Panamá, no MaracanãÉrica Martin / Agência O Dia
“É a vida do goleiro. Mesmo quando você não tem culpa, é culpado. Sempre que tomar um gol, a culpa vai ser do goleiro, independentemente de como foi. A carreira toda de um goleiro é assim, sofrer um gol é a pior coisa que pode acontecer, seja falha ou não. Foi um momento de azar”, disse o arqueiro após o confronto, na zona mista.
“Temos que trabalhar isso também, para não acontecer na Copa do Mundo. Durante o jogo, temos que tentar não pensar muito sobre erros. Precisamos ter uma avaliação correta de todas as coisas, independentemente do que as pessoas avaliarem ou não. Tenho essa mentalidade, sou quem mais cobra de mim mesmo”, complementou.
Um dos destaques do Liverpool, ele esteve afastado dos gramados entre março e maio por uma lesão muscular na coxa direita. Agora recuperado, o camisa 1 garantiu estar apto para defender o Brasil: “Eu me sinto muito bem, o problema era relativamente grave. Fiquei mais tempo parado do que deveria, justamente pela preocupação de chegar bem para o torneio”.
Ponto-chave rumo ao hexa
“Para a nossa preparação, é importante criar o máximo possível de conexão como grupo, entre os jogadores. O nível dos treinos está muito bom”, ponderou.
A agenda da Seleção nas próximas semanas
. Brasil x Marrocos (13/06) - 1ª rodada da Copa do Mundo
. Brasil x Haiti (19/06) - 2ª rodada da Copa do Mundo
. Brasil x Escócia (24/06) - 3ª rodada da Copa do Mundo

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