Rossi foi o herói da classificação do Flamengo à semifinal da LibertadoresAFP
Rossi reforça segurança no Flamengo, mas descarta ser especialista em pênaltis
Goleiro argentino defendeu 7 cobranças desde que estreou pelo Rubro-Negro
Rossi foi do inferno ao céu na noite de quinta-feira (25) ao falhar no gol da derrota por 1 a 0 para o Estudiantes, mas depois se redimir e pegar dois pênaltis para garantir a classificação do Flamengo à semifinal da Libertadores. Goleiro pouco vazado, o argentino tem sido um dos pilares do bom desempenho defensivo da equipe em todo 2025, especialmente no Brasileirão, com apenas 11 gols sofridos em 23 rodadas.
Em três anos de Rubro-Negro, Rossi demorou a chamar a atenção, muito em função de suas defesas sem tanta plasticidade. Com bom posicionamento e segurança, ele também tem demonstrado ser pegador de pênalti, com bom aproveitamento: pegou sete de 20 cobranças (35%).
Somente durante os 90 minutos, o argentino defendeu quatro de 11 cobranças, segundo levantamento da reportagem de O Dia com dados do site 'Transfermarkt': de Piquerez, do Palmeiras (vitória por 2 a 0), de Gabigol, do Cruzeiro (derrota por 2 a 1), ambos em 2025, e de Ganso, do Fluminense (derrota por 2 a 0), em 2024, e de Almada, do Botafogo (na derrota por 4 a 1).
Já nas disputas por pênaltis, foram três defesas em nove cobranças. Além de pegar duas bolas em quatro finalizações contra o Estudiantes, pegou uma das cinco na derrota para o Atlético-MG, pela Copa do Brasil.
Apesar do desempenho, Rossi não se considera um especialista no quesito.
"Tenho meu próprio jeito de encarar os pênaltis. Não gosto de dizer que sou especialista, mas tenho ajudado muito meus times nas cobranças de pênaltis. Eu disse aos meus companheiros para cobrarem com confiança, que eu faria a defesa", disse Rossi, que sofreu apenas 26 gols em 48 jogos na temporada, sendo que não foi vazado em 27.



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