Rio - Não basta o talento ou a capacidade de superação. Um atleta de alto rendimento também precisa de um bom patrocínio para conseguir resultados expressivos. De olho nos Jogos Olímpicos do Rio, diversas empresas — públicas e privadas — estão dando apoio financeiro para a preparação adequada. Afinal, estampar a marca no peito de um campeão olímpico é sempre uma excelente publicidade e dá retorno.
Federações e atletas isoladamente assinam contratos de patrocínio para os Jogos. A Bradesco Seguros, por exemplo, tem contratos de patrocínio com seis diferentes federações: vela, remo, natação, judô, basquete e rúgbi.
É comum ver a logomarca da empresa em quimonos dos judocas, nas toucas dos nadadores ou nas velas dos barcos dos iatistas brasileiros. Três federações com um histórico de conquistas em Jogos Olímpicos.
O envolvimento das empresas com os Jogos está em todas as escalas. Não se restringe apenas ao patrocínio de atletas e modalidades esportivas. Os grandes grupos empresariais são fundamentais para a organização e montagem de todas as estruturas do evento.
O banco Bradesco, a Bradesco Seguros, NET, Correios, Claro, Embratel e Nissan são os patrocinadores oficiais dos Jogos do Rio. Eles se juntam a 11 grandes corporacões que são os patrocinadores olímpicos mundiais e a outros 11 apoiadores.
Entre as empresas públicas, a Embratel, por exemplo, apoia um grupo de aproximadamente 20 atletas olímpicos. Entre eles, as velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze, Pedro Solberg e Alisson, do vôlei de praia, e o nadador paralímpico Daniel Dias.
De acordo com a empresa, o objetivo do patrocínio é dar apoio “para que eles possam seguir sua missão com tranquilidade e com as melhores condições para superarem seus limites. O propósito da Embratel é ajudar o Brasil a criar, desenvolver e manter os seus ídolos esportivos.”