Por jessyca.damaso

Rio - Torcedores rubro-negros ficaram impressionados e comemoraram mais até do que a goleada de 5 a 1 sobre a Chapecoense a grande atuação de Diego. Sem dúvida a melhor desde que chegou ao Flamengo. Jogou tanto que acabou ajudando Guerrero a redescobrir o caminho do gol, deixando três nas redes dos visitantes. Diego não recuperou a forma na quinta-feira. Jogou com espaços generosos que não encontrava em partidas anteriores. O técnico Vagner Mancini quis ser audacioso, montou um esquema ofensivo, talvez em busca do gol para depois se fechar, e acabou goleado. O que precisa ser analisado é o que pode ser feito a partir de agora com a chegada de Everton Ribeiro. Se estiver em forma, ajudará muito, obrigando adversários a dividir atenções na marcação. Até agora, quem apertava em cima do Diego diminuía também as possibilidades de Guerrero. Hoje, contra o Bahia, se Zé Ricardo os escalar juntos, talvez possamos ver a diferença.

LAMBANÇÔMETRO

Já que estamos começando a usar a moderna tecnologia a serviço do futebol, que tal desenvolvermos um aparelhinho capaz de avaliar as atuações da turma do apito, que eu chamaria de ‘Lambançômetro’? Algo parecido com os radares que fiscalizam motoristas no trânsito — a cada lambança o árbitro perderia pontos na carteira. Aquele que atingisse 20 pontos ficaria inabilitado para a temporada seguinte, retornaria para a escola e só voltaria a apitar depois de avaliado.

PEDALADAS

Paulo Henrique Ganso segue amargando tempos difíceis no Sevilla. Sai técnico, entra técnico, e o máximo que destinam a ele é o banco.

Com três vitórias em nove jogos, Rogério Ceni insiste em dizer que o São Paulo está jogando bem. Pode ser. O problema então deve estar no fato de os outros estarem jogando mais.

No que deve ser a sua última edição, a Copa das Confederações se arrasta sem deixar saudade.

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