O Vasco vive momento delicado no Brasileirão, com 66,4% de risco de rebaixamento, segundo o Departamento de Matemática da UFMG. Ainda assim, mesmo depois da derrota por 4 a 1 para o Palmeiras, a situação não chega a ser dramática porque seus adversários diretos também quase não pontuaram recentemente, e a distância para o primeiro fora do Z-4 (Internacional) é de três pontos.
Quando o recorte é das últimas cinco partidas, desde que Pedro Emanuel assumiu o time, o equilíbrio entre os piores é impressionante. E também diminuiu o desespero do Cruz-Maltino, que só conseguiu conquistar dois pontos de 15 possíveis, assim como o São Paulo.
Já o Vitória obteve apenas um triunfo. E o Internacional empatou quatro vezes e fez a mesma pontuação que seu rival gaúcho Grêmio (quatro).
O máximo que os concorrentes diretos do Vasco conseguiram foram cinco pontos nas últimas cinco rodadas, com Santos (cujo única vitória foi justamente em São Januário), Remo e Mirassol, assim como a lanterna Chapecoense.
Vasco não é o único em longa má fase
Entretanto, o Cruz-Maltino vive um sinal de alerta permanente diante do péssimo desempenho na tabela. Os 22 pontos atuais são o resultado de oito rodadas sem vencer e de apenas uma vitória nos últimos 10 jogos do campeonato, o que o fez somar somente seis pontos.
A sequência negativa só não é pior que a do São Paulo, 13º colocado com 27 pontos e que não vence há 10 rodadas, com quatro empates e seis derrotas.
Entre os outros adversários diretos, Grêmio e Internacional somaram oito pontos nesse período e o Vitória, 10. Já Mirassol e Santos fizeram 12, assim como o Remo, que por sua vez está há quatro jogos sem vencer.
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.