Imagens do rei Felipe da Bélgica são usadas para a geração de vídeos falsosDivulgação
Desde o início de 2025, desconhecidos têm se passado pelo rei Filipe, por seu chefe de gabinete, Vincent Houssiau, ou pelo general Stéphane Dutron, chefe do serviço de inteligência (SGRS), para tentar obter dinheiro.
“Felizmente, a maioria das vítimas percebeu rapidamente a farsa” e “apenas em um caso uma quantia em dinheiro foi efetivamente transferida”, ressaltou o Ministério Público.
Os suspeitos entraram em contato com famílias próximas à realeza, dignitários estrangeiros e empresários. Em um primeiro momento, solicitaram apoio financeiro para a suposta libertação de jornalistas belgas que, segundo eles, estariam mantidos como reféns na Síria.
“As imagens desse encontro por vídeo provavelmente foram geradas por inteligência artificial”, destaca a nota divulgada pela Justiça.
Além disso, alguns empresários receberam convites falsos para um jantar de gala fictício, com um pedido de contribuição ou patrocínio para um evento que, na realidade, não existia.

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