Reforma trabalhista promovida pelo governo do presidente Javier Milei e aprovada pelo Congresso em fevereiro passadoAFP
A decisão responde a um recurso apresentado pela principal central operária da Argentina, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), poucos dias depois de o Senado aprovar a reforma em meio a um número considerável de protestos e após uma greve geral.
O juiz suspendeu temporariamente 80 dos mais de 200 artigos da reforma enquanto aguarda uma decisão final. Entre os pontos travados estão as mudanças nas regras de greve, a revogação da lei do teletrabalho e a classificação de trabalhadores de aplicativos como independentes.
Na decisão, o magistrado Raúl Ojeda afirmou que a suspensão visa forçar uma solução rápida e pacífica entre o Estado e os sindicatos. A central sindical defende que a nova lei é inconstitucional e fere direitos básicos.

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