Guerra entre Rússia e Ucrânia já dura mais de quatro anosAFP
Líderes ficam atentos a sinais de que Belarus possa ajudar a Rússia na guerra da Ucrânia
Teme-se a abertura de um novo front
A líder da oposição exilada de Belarus visitou Kiev nesta segunda-feira (25) enquanto a capital ucraniana se recupera do maior ataque de mísseis da Rússia neste ano, de acordo com a Associated Press. Líderes mundiais estão atentos ao quanto o governo bielorrusso está disposto a apoiar a invasão total da Ucrânia por Moscou.
A Rússia e Belarus realizaram exercícios nucleares conjuntos na semana passada, e o presidente ucraniano, Volodymir Zelenski, alertou nos últimos dias que a Belarus poderia servir de base para Moscou abrir uma nova frente no norte da Ucrânia. Algumas tropas russas entraram na Ucrânia a partir do território bielorrusso na invasão de 24 de fevereiro de 2022.
Em mais um sinal de que as preocupações com a Belarus estão aumentando, o presidente francês, Emmanuel Macron, conversou por telefone com o presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, no domingo, 24, sobre a guerra na Ucrânia, sua primeira ligação desde o início da invasão.
Com o conflito já durando mais de quatro anos, o exército russo está preso em uma luta árdua e custosa na linha de frente de 1 250 quilômetros que serpenteia principalmente o leste e sul da Ucrânia.
Em paralelo, duas pessoas morreram nesta segunda em ataques ucranianos contra as regiões russas de Belgorod e Briansk, localizadas na fronteira entre os países, informou a AFP.
Em Belgorod, um drone atingiu um veículo na cidade de Graivoron, segundo o governo regional em comunicado. Já na região de Briansk, um homem morreu após um ataque na localidade de Belaya Beriozka, afirmou o governador interino Egor Kovalchuk no Telegram.
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