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Casa Branca sanciona Venezuela e descarta ação militar a curto prazo

Há duas semanas, Donald Trump levantou a possibilidade de invadir o país

Por caio.belandi

EUA - A Casa Branca descartou, nesta sexta-feira, uma eventual operação militar contra a Venezuela no futuro próximo no mesmo dia em que decretou sanções financeiras que proíbem negociar bônus soberanos e da estatal PDVSA.

O assessor de segurança nacional do presidente Donald Trump,  general HR McMaster, disse que avaliou muitas opções. "Qualquer decisão será tomada em acordo com nossos parceiros na região. Nenhuma ação militar está proposta no futuro próximo", declarou. 

A possibilidade de uma ação militar sobre a Venezuela foi evocada há duas semanas por Trump.

Donald Trump ameaçou invadir a Venezuela, mas a Casa Branca nega a possibilidade, pelo menos a curto prazoAFP

'Pior das agressões'

O chefe da diplomacia venezuelana, Jorge Arreaza, declarou que as novas sanções são a "pior das agressões" contra seu povo em reunião na Organização das Nações Unidas (ONU). Ele ainda questionou se o objetivo dos Estados Unidos era o de criar uma "crise humanitária" em seu país. "Esta é a pior das agressões e não a compreendemos", afirmou o chanceler à imprensa depois da reunião com o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres. "A Venezuela é uma democracia e vamos nos defender", enfatizou.

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