Audi se tornará nacional

O A3 na versão Sedan e o SUV Q3 serão montados na fábrica do grupo Volkswagen no Paraná

Por leandro.eiro

Rio - Está batido o martelo! A Audi anunciou por meio do seu presidente mundial, Rupert Stadler, que se tornará nacional. Os modelos escolhidos para fabricação em nosso país serão o A3 Sedan e o utilitário Q3. As versões hatch e Sportback (quatro portas) do veículo, principais apostas para a nacionalização, ficaram de fora.

Audi Q3 será produzido no Brasil até 2016 Divulgação


Duas versões estão cotadas para serem vendidas no Brasil, com motores 1.4 e 1.8 litro, ambos a gasolina. O primeiro entrega 122 cv de potência e o segundo 180 cv. O câmbio pode variar entre automatizado de seis e sete marchas e dupla embreagem. A tração varia entre dianteira e integral.

Apesar do terceiro volume, as dimensões não diferem muito da versão Sportback (hatch com quatro portas). São 4,46 metros de comprimento, o que conferem mais 15 cm. Houve ganho de 1 cm na largura e a mesma medida foi subtraída da altura. O entre-eixos não mudou, mas o porta-malas saltou de 365 litros do Sportback para 425 litros.

Desempenho

Segundo a Audi, o A3 Sedan de 122 cv faz de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos e atinge uma máxima de 217 km/h. Esses números melhoram para 7,3 segundos e 235 km/h no trem-de-força de 180 cv.

Como esperado, a novidade terá uma lista de equipamentos bem pomposa, típica de um modelo premium. O modelo contará com start/stop, tela multimídia sensível ao toque, sistema de som Bang & Olufsen, sistema da navegação, entre outros recursos. Os preços do novo Audi A3 Sedan para o Brasil ainda não foram definidos.

Audi A3 Sedan tornará a marca das quatro argolas nacionalDivulgação


Nacional

O anúncio de Rupert Stadler foi feito junto da presidente Dilma Rousseff, em Brasília. O Audi A3 Sedan e o Q3 serão produzidos na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR) — unidade que já produziu o hatch entre 2000 e 2006. Eles serão montados junto com o Golf VII, todos na plataforma MQB, em um investimento de R$ 500 milhões. A marca reage à vinda dos Mercedes CLA e GLA, assim como do futuro BMW Série 2.

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