Avaliação: Renault Sandero evolui em forma e conteúdo

No teste, os pontos positivos e negativos do hatch redesenhado

Por leandro.eiro

Rio - A nova geração do Renault Sandero já está disponível no Brasil. A evolução lhe trouxe linhas modernas e avanços no acabamento. Os motores permanecem os mesmos da antiga geração. Pudemos avaliar a versão topo Dynamique, que deixou percepção muito satisfatória.

Frente traz desenho já visto no novo LoganLeandro Eiró / Agência O Dia


O novo Sandero proporciona prazer em dirigir. Em geral, tudo é bem equilibrado: conforto, espaço interno, mecânica, suspensão e consumo de combustível. Para o motorista, boa ergonomia na interação com o carro, volante de ótima empunhadura, direção e embreagem macias. O vilão deste conjunto é o câmbio manual, que treme a todo instante de forma reprovável — o único item que de fato incomoda.

Motor

A versão Dynamique testada era equipada com motor 1.6 8v flex, de 98/106 cv (gasolina/etanol). O propulsor, já conhecido, apresenta desempenho moderado, mas que se comporta de forma satisfatória na cidade. Na hora de encarar uma ladeira, falta um pouco de força, assim como em uma retomada, impressões feitas com o carro vazio, só com o motorista.

Tais observações não mancham a fluidez do hatch, que traz assentos confortáveis, isolamento acústico acertado, suspensão bem ajustada e boa dose de conectividade pelo sistema MediaNAV. O topo de linha sai em torno de R$ 43.820, bem competitivo no seu segmento. A falta de câmbio automático é o principal revés do veículo.

Linhas modernas por fora%2C acabamento e bons equipamentos por dentro. O novo Sandero flui bemLeandro Eiró / Agência O Dia


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