Chuva em São Paulo não muda situação no sistema Cantareira, que é crítico

Janeiro foi o mês mais quente desde o início dos registros, e teve menos de um terço da média de chuvas

Por tamara.coimbra

São Paulo - A chuva que atinge São Paulo não alterou a situação do sistema Cantareira. Segundo a companhia estadual de abastecimento do estado (Sabesp), o volume de água armazenado nas represas é de 18,5% da sua capacidade, mas níveis abaixo dos 20% configuram situação extrema. Apesar da chuva, o índice tem caído todos os dias.

O grande problema segundo a Sabesp, é a situação crítica das represas aos níveis de chuva e de calor intenso. Janeiro foi o mês mais quente desde o início dos registros, e teve menos de um terço da média de chuvas.

A preocupação da companhia é de que mesmo com o aumento da intensidade das chuvas no final de fevereiro e o aumento do nível pluviométrico em março, os reservatórios do sistema Cantareira devem ficar em situação crítica em abril, no começo do período de seca. A previsão é de que os reservatório operem na temporada de seca entre 35% e 40% de sua capacidade.

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