Governo pretende economizar com mudanças em acesso a benefícios trabalhistas

Alterações podem reduzir gastos em até R$18 bilhões por ano, segundo futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa

Por O Dia

Brasília - O governo federal espera economizar cerca de 18 bilhões de reais por ano com as medidas anunciadas nesta segunda-feira para modificar o acesso ao abono salarial, seguro-desemprego, pensão por morte e auxílio-doença.

A estimativa foi feita pelo futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, em entrevista coletiva.

No caso do seguro-desemprego, por exemplo, o governo vai propor em medida provisória que exista carência de direito ao benefício de 18 meses para o primeiro emprego. Na segunda colocação, o trabalhador terá que ficar 12 meses no mesmo emprego e depois disso por seis meses.

Barbosa disse que a redução das despesas públicas anuais da ordem de 18 bilhões de reais, a preços de 2015, representam 0,3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) estimado para o ano que vem.

Mais cedo, a tarefa de anunciar as possíveis mudanças ficou a cargo do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, após se reunir com líderes sindicais.

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