Ministro da Educação faz apelo para gasto menor de luz e papel

O apelo a professores e técnicos-administrativos das instituições de ensino federais é para que se comecem a economizar no mais básico

Por felipe.martins , felipe.martins

Rio - Em seu discurso de posse nesta segunda-feira, o novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro (foto), prometeu preservar os principais programas da pasta. Mas pediu a colaboração dos servidores no corte de gastos públicos. O apelo a professores e técnicos-administrativos das instituições de ensino federais é para que se comecem a economizar no mais básico, como na conta de luz e com papel.

“Ao mesmo tempo em que está garantido pela presidenta Dilma Rousseff que os programas estruturantes e essenciais do ministério serão preservados, assumimos o compromisso de que esta pasta dará sua contribuição ao ajuste. Por isso conclamo todos a economizar. Esta preocupação pode começar pelos atos mais simples. Vocês terão notado pequenos cartazes, neste prédio, pedindo que todos nós reduzamos gastos com energia elétrica e com impressão de papéis. Cada real poupado na impressão será conquistado para a Educação. Desta maneira procuramos dar o exemplo de um empenho em preservar e ampliar o essencial, sacrificando o excesso”, disse.

O ministro destacou ainda que a Educação é responsabilidade dos três níveis de governo e afirmou que trabalhará com mais proximidade dos estados e municípios. Finalizou o discurso pedindo à sociedade que valorize os professores de todos os níveis de ensino. “Valorizemos quem educa”, declarou.

SAÚDE FEDERAL

Servidores da saúde pública federal protestam hoje às 16h, no Largo da Carioca, no Centro do Rio. A manifestação pelo Dia Mundial da Saúde também faz parte do calendário de mobilizações da campanha salarial nacional do funcionalismo federal. Os trabalhadores são contra a retirada de direitos, a privatização e reivindicam serviços públicos de qualidade.

SEMANA DE LUTAS

A Semana de Lutas ocorre de hoje até quinta-feira. A expectativa do Fórum das Entidades Nacionais é de que aproximadamente 2.500 servidores federais estejam em Brasília no período. Além de reajuste, incorporação de gratificações, concurso, fim das privatizações, os funcionários protestam contra o corte de verbas de R$ 22,7 bilhões nos serviços públicos.

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