Homem atea fogo em apartamento e mata 6 pessoas a tiros em Miami

Polícia investiga se atirador, que morava sozinho com a mãe, tinha problemas com administradores do prédio

Por marlos.mendes

Pedro Vargas%2C 43 anos%2C morava com a mãe e foi descrito pelos vizinhos como um homem calmoReprodução Internet

Rio - Um homem de 43 anos matou 6 pessoas a tiros e ateou fogo ao apartamento em que morava nos arredores de Miami, informou a rede americana CNN. O atirador foi morto num confronto com policiais, após fazer dois vizinhos reféns.

Por volta das 18h30 (hora local) de sexta-feira, o homem, identificado como Pedro Vargas, usou líquido inflamável para atear fogo no aparmento em que morava com a mãe e que alugara recentemente em Hialeah, nos arredores de Miami.

O massacre começou quando Italo and Camira Pisciotti, os dois administradores do prédio, chegaram ao apartamento em chamas. Vargas disparou diversas vezes e os matou. Em seguida, ele foi à sacada do apartamento e disparou cerca de 20 vezes em direção transeuntes. Um homem identificado como Carlos Javier Gavilanes, 33, foi morto.

O fogo não se espalhou para outros apartamentos. Vargas, que morava no quarto andar, desceu até o terceiro andar, derrobou a porta de um apartamento e matou Patricio Simono, 69 anos, Merly S. Niebles, 51 anos, e a filha do casal, de 17 anos.

Pedro Vargas tornou a atirar em direção a rua, impendindo a aproximação dos bombeiros. Mas de cem policiais foram enviados para o local, inclusive uma unidade das forças especiais (SWAT).

O atirador fez dois reféns antes de começar a negociar sua rendição. A SWAT decidiu entrar no apartamento para neutralizar o atirador e salvar os reféns. Segundo a polícia, Vargas reagiu e foi baleado. O atirador morreu no local. Os reféns foram libertados. A polícia apreendeu uma pistola 9mm e muita munição.

A polícia investiga o que teria levado Pedro Vargas a incendiar o apartamento em que morava e matar 6 pessoas. De acordo com vizinhos ouvidos pela CNN, Pedro Vargas era um homem quieto. A polícia investiga se ele teria alguma disputa com os administradores do prédio que estavam entre as vítimas. Segundo a polícia, ele não tinha passagem pela polícia nem histórico de violência.

Uma assinatura que vale muito

Contribua para mantermos um jornalismo profissional, combatendo às fake news e trazendo informações importantes para você formar a sua opinião. Somente com a sua ajuda poderemos continuar produzindo a maior e melhor cobertura sobre tudo o que acontece no nosso Rio de Janeiro.

Assine O Dia