Maior assassino da história argentina pede pena de morte se não for libertado

Acusado está preso há 41 anos por ter cometido onze homicídios, 17 roubos, um estupro e dois sequestros

Por joyce.caetano

Buenos Aires - O argentino Carlos Eduardo Robledo Puch, considerado o maior assassino da história do país e condenado à prisão perpétua por onze homicídios e um estupro, entre outros crimes, solicitou à Justiça a pena de morte se sua liberdade continuar sendo negada.

Robledo Puch, de 61 anos, conhecido como "O Anjo Negro", foi detido em 1972, quando tinha 20 anos de idade, acusado de ter cometido onze homicídios, 17 roubos, estupro e dois sequestros. Após ter a liberdade negada em quatro ocasiões, o condenado, que está preso há 41 anos, apresentou recentemente uma nova solicitação à Corte Suprema.

Em entrevista à imprensa local, seu advogado, Carlos Villada, assegurou nesta quinta-feira que, com a lei vigente, "o cômputo do tempo que leva preso supera seus anos de vida". "Com determinado cômputo tem 80 anos na prisão e está nos 60 anos de idade. É ilógico", declarou o defensor.

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