Por sua vez, a procuradoria decidiu pela abertura de uma investigação por suspeitas de instigação à violência em diversos comentários escritos por Bachmann em sua página dessa mesma rede social, nos quais qualificava os peticionários de asilo como "gado", "sem-vergonhas" e "ralé".
A porta-voz do Pegida, Kathrin Oertel, expressou a rejeição da organização a esses comentários e assegurou que as palavras utilizadas por Bachmann não estão dentro de seu vocabulário político. Oertel agradeceu a Bachmann por seu trabalho para estabelecer os fundamentos do Pegida e mobilizar milhares de simpatizantes e comentou que as fotos vestido como Hitler eram apenas uma "sátira", por ocasião da publicação na Alemanha de um romance que fantasia sobre um suposto retorno do ditador ao mundo.