Pesquisa aponta que pessoas ficariam sem sexo, mas não sem celular

Estudo feito por uma consultoria americana também indica que pessoas abririam mão de gastar com lazer a ficar sem celular

Por O Dia

Davos, Suíça - Os telefones celulares e a tecnologia móvel está presente nas nossas vidas, a ponto de indivíduos estarem dispostos a trocar gastos com lazer e até abrir mão de um ano de sexo ao invés de ficarem sem os seus celulares, é o que aponta uma pesquisa feita pela consultoria Boston Consulting Group (BCG), em parceria com a empresa de tecnologia Qualcomm.

38% dos entrevistados abririam mão de um ano sem relações sexuais a ficar o mesmo período sem seus aparelhos móveisIstock


O resultado, apresentado nesta quarta-feira durante o Fórum Econômico Mundial, realizado na cidade de Davos, na Suíça, aponta que 64% dos entrevistados aceitariam abrir mão de jantares em restaurantes por um ano, mas não ficariam sem seus aparelhos; 50% aceitariam não viajar e 38% disseram que ficariam sem ter relações sexuais por um ano a ficar sem seus celulares pelo mesmo período. A pesquisa também mostra que 36% dos entrevistados preferia ficar 12 horas por dia sem energia ao invés de ficar um ano sem seus aparelhos móveis.

A consultoria pesquisou os principais serviços de telefonia móvel no mundo em países como Estados Unidos, Alemanha, Coreia, Brasil, China e Índia. "Os resultados mostram que a tecnologia móvel tem gerado um valor imenso aos consumidores - valor que excede o custo de um aparelho celular", informou o estudo. Ainda segundo o BCG, consumidores destinam de 11% a 45% da sua renda mensal para gastos como internet e tecnologia móvel.

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