Editorial: Vantagens de uma cidade cosmopolita

Grandes metrópoles têm em comum uma multiplicidade de nações convivendo

Por bferreira

Rio - A Copa do Mundo permitiu um redescobrimento da América Latina pelos latino-americanos, e o Brasil, como palco bem-sucedido de um Mundial sem incidentes graves, muito ganhou e muito terá a ganhar. Para o Rio afluíram multidões de argentinos, chilenos, colombianos e uruguaios — e alguns deles decidiram ficar e tentar a sorte por aqui, como O DIA mostrou ontem. É outra oportunidade a ser aproveitada, mesmo antes das Olimpíadas.

Respeitados os trâmites de imigração, até porque um cidadão estrangeiro com visto de turista não pode exercer quaisquer atividades remuneradas, é bem-vindo que ‘gringos’ fiquem e aqui criem raízes. O Rio sempre foi destino cobiçado internacionalmente, e muitos dos visitantes prolongaram a estada. No pós-Copa, o chamariz da Cidade Maravilhosa, que sempre bem acolheu quem veio de fora, está mais vívido do que nunca, sobretudo para os países vizinhos.

Grandes metrópoles têm em comum uma multiplicidade de nações convivendo. Os casos mais notáveis são Nova York e Londres, e o Rio, protagonista desta década, nada terá a perder se miscigenar-se com o mundo.

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