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Atraso na circulação deixa estações do ramal Saracuruna abarrotadas

Passageiros tiveram mais uma manhã de transtornos nos trens da SuperVia. Circulação já teria sido regularizada

Por tiago.frederico

Rio - Passageiros do ramal Saracuruna enfrentaram novamente estações e composições superlotadas, além de atrasos na circulação dos trens, na manhã desta terça-feira. Uma composição que partiria às 6h55 do bairro de Duque de Caxias com destino ao Centro do Rio apresentou um problema no sistema de portas quando deixava a Central do Brasil rumo à cidade da Baixada Fluminense.

Defeito em equipamento de trem obriga passageiros a andarem entre os trilhos

Atraso na circulação deixou estação Saracuruna completamente lotada nesta manhãLeitor Douglas Mendonça

Técnicos da SuperVia vistoriaram a composição e ela seguiu até Caxias, porém, a viagem das 6h55 não ocorreu. Após passar por conserto nas portas, o trem seguiu para Saracuruna, mas só partiu de lá para a Central do Brasil às 7h29, um atraso de 34 minutos num ramal que já tem um largo intervalo na circulação, com espera de até 30 minutos, em dias que não não são registrados problemas. Segundo a SuperVia, por volta das 8h30, o intervalo na circulação do ramal já havia sido regularizado.


Saldo da SuperVia

Até o 13º dia de 2015, O DIA já registrou 12 problemas relacionados ao trens da SuperVia. Além da ocorrências desta segunda-feira, também foram observados problemas em outros ramais, sendo cinco no ramal Saracuruna, uma no ramal Japeri, uma no ramal Belford Roxo, uma no ramal Gramacho, duas no ramal Santa Cruz e outra em ramal não identificado. As causas são as mais diversas. No caso mais grave, ocorrido na última segunda-feira, 5 de janeiro, 229 pessoas ficaram feridas, após duas composições colidirem em Mesquita, na Baixada Fluminense.

Nesta segunda-feira, a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro deu início aos procedimentos para indenização das vítimas do acidente na estação Presidente Juscelino, em Mesquita. Os assistidos devem ligar para o órgão (2868-2100, ramal 297) e agendar o atendimento na sede da Defensoria. A coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor, defensora pública Patrícia Cardoso, lembra que as vítimas devem estar com o boletim de atendimento do hospital em mãos para informar os dados.

Plataforma da estação Saracuruna fica abarrotada com atraso na circulaçãoLeitor Douglas Mendonça


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