Genesis Torres: Um Pouco de História

Brasões de Magé e Queimados

Por nicolas.satriano

Os brasões de Magé e de Queimados foram elaborados com bastante esmero por seus munícipes. Não fugiram à tradição heráldica e procuraram nos elementos pátrios os fundamentos de sua descrição. Merecem destaque. O Brasão de Magé foi criado pela deliberação 380 de 20 de agosto de 1973, da Câmara de Vereadores na gestão de Nazyr José Antunes. O escudo português lembra a origem lusitana do povo mageense.

Os brasões de Magé e de Queimados foram elaborados com bastante esmero por seus munícipes. Não fugiram à tradDivulgação

No campo amarelo, a silhueta do Dedo de Deus simboliza o monumento da natureza, outrora localizado em território mageense e considerado símbolo nacional do turismo. No campo verde, carregando de uma coroa de duque de ouro, representando o glorioso Luiz Alves de Lima e Silva (o Duque de Caxias), nascido na então Vila da Estrela; uma pena de pato, de prata, representa o abolicionista Alcindo Guanabara, o Príncipe dos Jornalistas Brasileiros, nascido em Guapimirim (à época distrito de Magé); um turbante de penas simboliza os índios, donos da terra; um listel azul, de prata ostentando os seguintes dizeres: 1565 – Magé 1587, datas que representam a fundação da localidade, em 7 de setembro de 1565, e a elevação à categoria de cidade pelo Decreto de 2 de outubro de 1857. Tudo encimado pela coroa mural de cinco torres de prata, tendo em quatro delas uma elipse azul, e a torre central carregada de uma flor-de-lis, de ouro que representa nossa Senhora da Piedade, a padroeira. No brasão, ouro simboliza a força; prata a candura; vermelho, a intrepidez; azul, a lealdade; e verde, a abundância.

O brasão de Queimados nasceu de concurso entre escolas municipais, vencido pelo estudante secundarista Luciano Damasceno da Costa. Foi instituído pela Lei 40 de 1993. Ele é encimado por cinco torres representando as origens da colonização portuguesa. O escudo foi dividido em três partes, representando na primeira a citricultura (riqueza do século 20) e a ferrovia D. Pedro II (ligando Queimados ao Rio e Vale do Paraíba). O segundo vem representando o relevo, com seus morros em forma de meia laranja e as cinco estrelas, as vilas do município desde o Século 19, e algumas do período da laranja. O terceiro representa uma fábrica, aludindo ao parque industrial. A lateral esquerda está representada pela cultura do milho. e a esquerda, pela da mandioca, riquezas do período colonial. No listel, a data de 1858 representa a chegada da locomotiva e a de 1990 a emancipação político-administrativa do município.

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