Operação foi realizada na casa de Mário, em Duque de Caxias, nesta segunda-feira (22)Divulgação / Polícia Civil

Rio – O suplente de vereador Mário Jorge Soares Gentil foi preso na manhã desta segunda-feira (22), suspeito de envolvimento na morte do vereador Silmar Braga (PP), de Magé, Baixada Fluminense, que aconteceu em janeiro deste ano.
De acordo com a Polícia Civil, havia um mandado de prisão temporária em aberto contra Mário, que foi encontrado por agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) em sua casa, em Duque de Caxias.
Em nota, a corporação informou ainda que "as investigações continuam para identificar outros envolvidos na ação criminosa, bem como concluir as provas técnicas". As autoridades, no entanto, não esclareceram qual a participação do suplente no crime.
Mário, que concorreu nas eleições municipais de 2024 pelo Solidariedade, já havia sido alvo de um mandado de busca e apreensão, em 12 de novembro. Na ocasião, os agentes apreenderam armas, carregadores, celulares e anotações financeiras.
A reportagem tenta contato com o Solidariedade para um posicionamento.
Relembre o caso
Em 20 de janeiro, Silmar estava na frente da sua própria residência, no bairro Nova Marília, quando um homem em uma motocicleta atirou quatro vezes contra o político. A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
O vereador deu entrada no Hospital Municipal de Magé às 9h45, em estado gravíssimo. A equipe da unidade tentou a reanimação, sem sucesso, e a morte foi confirmada às 10h25.
Em nota, a Câmara Municipal de Magé informou que Braga estava em seu quarto mandato e "deixa um legado de trabalho e luta pelas causas que acreditava, sempre buscando o bem-estar da população". A Casa também decretou luto oficial.