Luiz Felipe não aceitou ter as investidas rejeitadas por AlanaArquivo Pessoal
Na decisão, a Justiça do Rio destacou a gravidade do caso, uma vez que Luiz vinha perseguindo Alana desde dezembro de 2025, após ela demonstrar desinteresse em manter um relacionamento com ele.
Na ocasião, a mãe da vítima, Jaderluce Anisio de Oliveira, 53, revelou que chegou em casa mais cedo do que o habitual e encontrou a filha sendo atacada. Ao presenciar a agressão, ela conseguiu intervir e empurrar o agressor para fora do imóvel. O suspeito foi encontrado pela Polícia Militar durante buscas na região e preso em flagrante.
Vítima levou mais de 15 facadas, afirma família
Segundo a mãe, Alana levou cerca de 16 a 17 facadas, no rosto, boca, nariz, além de várias no pescoço. "Ela passou por uma cirurgia de cinco horas, depois foi para UTI. O médico falou pra gente rezar porque o estado dela era gravíssimo e gente voltou pra casa arrasado sem saber o que fazer (…) Ele bateu muito com a cabeça dela em um móvel que a gente tem na sala, um olho dela tá roxo com hematoma enorme", contou.
No domingo de manhã, a estudante chegou a apresentar uma pequena melhora, mas voltou a piorar na parte da noite.
"O médico retirou o tubo, porque achou que ela estava tentando acordar. A gente ficou super feliz, mas a noite ela teve uma pequena piora, a oxigenação estava caindo muito e ela estava se contorcendo e isso não é bom pra ela, porque ela está muito machucada. Eles resolveram colocá-la em coma induzido novamente", explicou a mãe.
Jaderluce pede orações para a filha e faz um apelo por Justiça. "Ela não tinha nada com esse Luiz Felipe, ele apenas se apaixonou por ela (…) Que a Justiça seja feita não só pela minha filha mas para todas as mulheres do mundo", afirmou.

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