Mulheres em situação de vulnerabilidade aprendem a produzir sabonetesCarolina Gaia / Instituto BR
As atividades começaram no mês de fevereiro e acontecem em núcleos descentralizados, com ações em Guaratiba, Recreio dos Bandeirantes, Duque de Caxias e Nova Iguaçu. O único pré-requisito de participação é estar inscrita no CadÚnico e solicitar inscrição através do formulário disponível no perfil Artemísia Frutos da Terra, no Instagram.
Durante o ano de 2025, o projeto ARTEMÍSIA - Escola de Mulheres e Bioeconomia capacitou 500 mulheres, nos eixos de capacitação que trabalham cidadania feminina, cultivo de ervas medicinais e produção de saboaria natural. Ao cultivar hortas comunitárias, manipular ervas medicinais e produzir sabonetes e cosméticos naturais, as mulheres se conectam com a terra e resgatam valores ancestrais e práticas tradicionais, construindo caminhos de resistência que resultam em geração de trabalho e renda e regeneração ambiental.
"Mais do que uma formação técnica, Artemísia é um reencontro com a identidade e a força coletiva. Ao valorizar práticas naturais e o cuidado como potência econômica, o projeto mostra que é possível gerar renda preservando vínculos culturais, afetivos e ambientais", afirma Vinícius Wu, produtor do Instituto BR.
A iniciativa está alinhada com a proposta da Organização das Nações Unidas (ONU) de reconhecer e fomentar projetos de promoção da sustentabilidade como Soluções Baseadas na Natureza (SBN) - práticas que conciliam o fortalecimento de comunidades com a conservação dos ecossistemas e o enfrentamento das mudanças climáticas.
Artemísia - Frutos da Terra
Onde: Guaratiba (Rua Alcides Feijó, nº 175), Recreio dos Bandeirantes (Santuário de Fátima: Rua Alfredo Baltazar da Silveira, nº 900), Duque de Caxias (Chácara Rio Petrópolis: Rua Gonzaga, nº 21. Figueira), Nova Iguaçu (Rua São Pedro, 230. Miguel Couto)

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