Fachada do Colégio Pedro II no bairro São CristóvãoDaniel Castelo Branco / Arquivo O Dia
Servidores do Colégio Pedro II fazem paralisação de 24 horas
Greve na unidade de São Cristóvão reivindica acordos firmados com o governo em 2024
Rio - Profissionais do Colégio Pedro II, da unidade de São Cristóvão, na Zona Norte, realizam uma paralização nesta quarta-feira (1º). Com isso, as aulas foram suspensas. A decisão, divulgada pelo Sindicato dos Servidores do colégio (Sindscope), busca pressionar o governo federal a executar os acordos firmados na greve de 2024, que não foram cumpridos até o momento.
Entre as reivindicações da mobilização estão a implementação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) para técnicos administrativos, a adoção de jornada de 30 horas para esses servidores e o fim do controle de frequência para docentes.
Em nota, o sindicato afirmou que o RSC é uma "conquista importante da greve, mas que acabou em boa parte descaracterizada pelo governo, que não acatou a proposta elaborada pela comissão instalada no Ministério da Educação e encaminhada pela pasta à Casa Civil".
Além disso, eles realizaram uma assembleia geral por volta das 9h, no Teatro Mário Lago, no campus São Cristóvão II, para discutir os próximos passos do movimento, incluindo a possibilidade de uma greve por tempo indeterminado.
Também por meio de nota, o Colégio Pedro II esclareceu que a adesão à paralisação é uma decisão individual e informou ainda que, embora os campi e a Reitoria estejam abertos, não é possível garantir a plena realização das atividades ao longo desta quarta-feira.

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