Posto de combustíveis foi totalmente interditadoDivulgação / Sedcom
“O que identificamos foi uma fraude sofisticada, com uso de tecnologia para enganar diretamente o consumidor. A pessoa acredita que está abastecendo determinada quantidade de combustível, mas pode estar levando menos do que pagou. É um golpe silencioso, difícil de ser percebido no dia a dia, e extremamente grave”, afirmou o secretário de Estado de Defesa do Consumidor, Rogério Pimenta.
O uso de dispositivos eletrônicos para adulterar bombas de combustíveis é considerado crime contra o consumidor e infração às normas de medição e comercialização de combustíveis.
A ação, da Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (SEDCON) e do Procon-RJ, aconteceu em conjunto com o Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (IPEM), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Comando de Polícia Ambiental (CPAM).







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