“Dos dois lados se tratavam de pilotos muito experientes, com muitas horas de voo. A gente precisa realmente aguardar a apuração por parte do Cenipa para entender o que aconteceu. O nosso papel diante de uma fatalidade, diante de uma tragédia dessa é se solidarizar profundamente com as famílias. Eu, pessoalmente, conhecia algumas das famílias, e pessoas do convívio dos pilotos e dos passageiros. Tudo indica que foi uma colisão entre os dois helicópteros”, disse.
Seis pessoas, todos os que estavam a bordo das aeronaves, morreram no acidente. No primeiro helicóptero estavam o piloto Alexandre Souza e os passageiros Lucas Brito Chaves, Nickel Oliver Tree, Lucas Vignale e Gaspar Prim. Já na outra aeronave estava apenas o piloto Charles Marsillac.
No local, algumas famílias chegaram muito abaladas para o reconhecimento dos corpos. Diversos destroços das aeronaves ficaram espalhados pelas redondezas da Avenida das Américas. Malas dos passageiros ficaram entre as peças.
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