X do Nuno
Número crescente de ciclomotores no Rio supera regulação
Washington anuncia pedágio em Ormuz, recua em um dia e se proclama guardião de um estreito que não controla. Teerã responde que não recua nem um milímetro. Entre duas versões de soberania sobre a mesma água, o mar fica cada vez mais revolto para quem precisa de previsibilidade.
O Rio proíbe autopropelidos nas barcas enquanto o próprio município e o Contran ainda divergem sobre o que é ciclomotor. Cada norma nasce reativa, presa a um episódio. No país inteiro, a velocidade com que esses veículos crescem nas ruas supera a das autoridades em regulá-los.

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