Casa onde viveu o compositor agora é patrimônio do RioReprodução
A homenagem foi realizada pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH) em parceria com o projeto NegroMuro e apoio da Secretaria Municipal de Cultura. Donga foi um dos autores de "Pelo Telefone", considerado o primeiro samba gravado do Brasil.
Esta é a terceira placa instalada pelo circuito, que busca valorizar a contribuição da população negra para a formação cultural, artística, científica e social da cidade.
Segundo a presidente do IRPH, Laura Di Blasi, a iniciativa procura ampliar a visibilidade de personagens fundamentais para a história carioca. A primeira homenagem do projeto foi dedicada à bailarina e coreógrafa Mercedes Batista, em Santa Teresa. A segunda reconheceu o legado do músico Wilson das Neves, na Ilha do Governador.
As próximas placas serão instaladas na Penha, na antiga residência do sambista Beto Sem Braço, histórico compositor do Império Serrano e em Botafogo, na casa onde viveu o médico e psiquiatra Juliano Moreira.
O Circuito da Igualdade Racial pretende transformar esses locais em pontos de memória, reforçando a presença e a importância de personalidades negras na construção da identidade do Rio de Janeiro.



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