Halleluya Solidário é promovido pela Comunidade Católica ShalomCarlos Elias Junior / Agência O Dia
Ao O DIA, Emanuell Barroso, produtor executivo do Festival Halleluya, explicou que os alimentos utilizados neste sábado foram arrecadados durante o evento, que aconteceu na semana passada, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste.
“O Festival Halleluya é um dos maiores festivais de música católica do mundo. Lá, as pessoas eram convidadas a levar 1 kg de alimento. O Halleluya Solidário é um desdobramento dessa ação. Nós arrecadamos mais de 2 toneladas de alimentos que distribuímos aqui. Aqui, a gente distribui não só alimentos, mas também esperança. O grande foco do Halleluya Solidário é a gente poder olhar nos olhos dessas pessoas e dizer que a esperança não é um mero otimismo, um bom humor. A esperança é Cristo vivo, ressuscitado”, afirma.
A mobilização nos Arcos da Lapa faz parte das celebrações dos 30 anos de presença da Comunidade Católica Shalom no Rio de Janeiro.
“A Comunidade Shalom está em festa, porque celebramos 30 anos de presença e serviço da comunidade à igreja do Rio de Janeiro e à população. O Festival Hallelujah é essa festa que nunca acaba e o centro dessa festa é Jesus. Depois de termos celebrado uma edição especial do festival, agora nós estamos realizando aqui nos Arcos da Lapa o Halleluya Solidário, porque a festa é também para todos, inclusive para os nossos irmãos mais necessitados”, celebra o padre Rômulo dos Anjos.
Para a missionária Leonildes Santos, o Halleluya Solidário é um momento de “muita graça”.
“Deus é o auxílio do pobre. O nosso objetivo é esse: levar o pobre, as pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade, a esse encontro consigo mesmo, com o Senhor, que é o refúgio, e com a comunidade. Amar, socorrer e evangelizar: esse é o nosso carisma”, diz.
Segundo a missionária voluntária Camila Souza, o evento é uma oportunidade de encontrar Cristo no mais pobre entre todos os pobres.
“Eu sou voluntária há algum tempo. Para mim, ser voluntária e servir ao pobre é uma maneira concreta de viver o amor de Deus. Aqui no Halleluya vivemos uma experiência de esperança, de fé e caridade. Eu encontro sentido de vida quando me coloco a serviço do outro”, conta.
Colaboração Carlos Elias Junior




















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