A vacinação teve início nesta segunda-feira, da mesma forma que o recadastramento de animais Foto Divulgação
Campanha gratuita contra doenças em bovinos vai até 31 de maio
Iniciativa da Secretaria de Agricultura vale para produtores rurais que possuem no máximo 170 cabeças
São João da Barra – A partir desta segunda-feira (19) até o dia 31, a Secretaria de Agricultura de São João da Barra (RJ) realiza campanha de vacinação gratuita contra manqueira, botulismo, tétano e raiva nos bovinos. A iniciativa vale para produtores rurais que possuem no máximo 170 cabeças.
No mesmo período, acontece a atualização obrigatória do cadastro do rebanho e de outras espécies de interesse agropecuário. A secretária Fabiana dos Santos Silva pontua que a finalidade é regularizar as informações dos rebanhos, essenciais para o controle sanitário e a prevenção de doenças.
Fabiana destaca que a iniciativa é importante e contribui para agilizar o serviço que já vem sendo feito na sede do Núcleo de Defesa Agropecuária, no vizinho município de Campos dos Goytacazes, localizada na Rua Visconde de Inhaúma, 102, Parque Tamandaré.
A regularização pode ser feita, também, no Posto de Defesa Agropecuária, que funciona na Secretaria Municipal de Agricultura, na Rua São Benedito, 173, sede do município; na subprefeitura, em Sabonete. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
MANTER CONTROLE - Segundo a secretária, a vacinação destinada aos bovinos a partir de três meses de idade será realizada por duas equipes de vacinadores, sendo, uma no quinto distrito, em direção à sede do município e outra da sede em direção ao quinto distrito.
“A meta é vacinar cerca de seis mil animais e o agendamento será feito pelos próprios vacinadores junto aos produtores, mas isso não impede que façam contato com a secretaria para mais informações”, orienta Fabiana explicando que clostridioses são um grupo de doenças, incluindo a manqueira, que é endêmica.
A proposta é manter o controle através da vacinação: “Dessa forma estaremos prevenindo essas doenças que possuem alta taxa de mortalidade e evitando prejuízo econômico para o produtor”, ressalta a secretária.

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