A chilena Concha y Toro se prepara para colocar três novidades no mercado brasileiro. A primeira, com previsão de chegar às prateleiras no final do ano, é o Marques de Casa Concha Old Vines/Dry Farmed. Elaborado com 85% de uvas país e 15% de cinsault, é um vinho leve, com 12,5% de teor alcoólico, ideal para se degustar puro ou com massas. Frutado, ele passa por maceração carbônica, semelhante ao Beaujolais, o que dá ao Marques de Casa Concha notas de banana. Fruto de parreiras com mais de 100 anos de idade da região de Cauquenes, ao sul do país, ele é uma edição limitada. Somente 200 caixas, com nove garrafas cada, foram fabricadas, com venda apenas no Chile, Brasil e Inglaterra.
A outra novidade ainda nem ganhou rótulo e aguarda nas barricas sua maturação daqui a mais seis meses. Deve chegar ao mercado em 2015, com apenas 2,4 mil garrafas. Ele é o Marques de Casa Concha Cabernet Sauvignon 2013. “Diferentemente dos cabernet clássicos da marca, ele apresenta mais tanino e passa dois anos em barricas de carvalho não tostadas, o que confere à bebida um toque mais frutado”, explica o enólogo Marcelo Papa.
Outro lançamento para 2015, que está sendo preparada pela vinícola, é o Marques de Casa Concha Chadornnay. Ele é produzido sem passar por barrica, o que realça o frescor e as notas minerais do solo calcário da região de Limarí, que tem videiras plantadas no século XVI. Os três fazem parte da busca da vinícola por produtos diferenciados para agradar ao mercado exigente.
OUTROS COPOS
Drinques da terra
O chef Tande Bittencourt e o barman Jeff Santos, do Restô, desenvolveram novos drinques com inspiração na terra. Entre as novidades estão o Beetnik, com beterraba macerada com vodca e suco de limão, o Celery Tonic, com gim, aipo macerado, suco de limão e açúcar, e a Margarita de couve com tequila, suco de couve, suco de limão e syrup de gengibre.
Toque rosé
Como aposta mais refrescante para a primavera, a Portus Importadora investe nos rosés. São rótulos como o português Quinta da Romaneira Rosé 2011, produzido com 50% de castas Tinta Roriz e 50% de Touriga Franca.
Em família
A chef Maria Victória foi a Goiás, terra de seu pai, para resgatar seus valores familiares. No dia 28, ela fará um menu harmonizado a quatro mãos com seu filho, Paulo Góes (chef do restaurante Sá), no Bar D’Hotel, em Ipanema. Entre os pratos, o pitú confitado, com camarão em manteiga clarificada, que será servido com o argentino Piatelli Premium Torrontés 2013.
Tempero italiano
O chef italiano Giovanni Guarneri, do restaurante Don Camillo, na Sicília, dois garfos no Guia Gambero Rosso 2014, promove, no dia 28, às 19h, jantar harmonizado no Duo, na Barra. Todos os pratos serão acompanhados por vinhos típicos da Sicília. O primeiro prato principal da noite será o Pennette com atum, hortelã e tomate cereja, harmonizado com o vinho tinto frutado Planeta Cerasuolo Di Vittoria 2009.
Questão de território
Eles são da mesma vinícola, safra 2012, compostos de 80% de uvas aragonês e 20% uvas trincadeira. A única diferença é o terroir. Vinhas da Serra 400m é feito com uvas de vinhas com mais de 30 anos, de um vale com 400 metros de altitude. Já o Vinhas da Serra 700m Colheita 2012 é elaborado com uvas de vinhas com mais de 70 anos, plantadas a 700 m de altitude no topo de uma encosta. Ver a diferença entre esses dois vinhos é a proposta da Wine.com.br.