Marcelo Fróes, sócio da Colaborativa, criou campanhas para dez lançamentos apenas no último trimestre  - DIVULGAÇÃO
Marcelo Fróes, sócio da Colaborativa, criou campanhas para dez lançamentos apenas no último trimestre DIVULGAÇÃO
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Publicado 06/12/2017 20:08 | Atualizado 09/12/2017 01:23

O mercado imobiliário começa a reagir agora no fim do ano. Prova é que construtoras como Avanço Realizações Imobiliárias e Concal tiveram resultados expressivos nas vendas. A Avanço, por exemplo, comercializou 80% dos apartamentos no lançamento do Now Vista Alegre, o mais novo empreendimento da linha Now Smart Residence. O conceito de morar no bairro inclui varandas tecnológicas, localização privilegiada e condições de pagamento que cabem no bolso.

Já a Concal escriturou 30% no empreendimento Reserva do Conde, na Tijuca, no fim de semana do lançamento. Segundo o presidente da empresa, José Conde Caldas, o número de unidades vendidas é positivo, além de ter uma quantidade boa de reservas e do movimento de pessoas que vai no estande conhecer mais sobre o novo empreendimento e se encanta com o apartamento decorado.

"O bom desempenho se deve à excelente localização, proximidade do metrô, preço, apartamentos de três quartos com duas vagas de garagem, lazer completo e segurança 24 horas", diz Conde Caldas.

No total, serão 120 unidades de dois e três quartos. O condomínio será construído na Rua Ibituruna, número 24. Os dois empreendimentos em Vista Alegre e na Tijuca contam também com financiamento imobiliário.

Além disso, a Colaborativa, novo nome da agência Percepttiva, que se reinventou e está com um novo modelo de negócio, também registrou bom desempenho após a mudança. Para se ter ideia, a empresa está fechando o último trimestre com dez lançamentos imobiliários entre empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida e fora do programa habitacional do governo nos estados do Rio e de São Paulo.

São projetos das construtoras Direcional, Sacisa, Avanço, Espectro, Jerônimo da Veiga e Artlar, somando mais de duas mil unidades, com montante estimado de R$ 500 milhões em VGV (Valor Geral de Vendas). E para atender à demanda de São Paulo, a Colaborativa acaba de abrir a primeira filial na praça.

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