Ligação clandestina de energiaDivulgação/Enel
Angra dos Reis - Durante operação de combate às irregularidades no consumo de energia, realizada ontem (25) em Angra dos Reis, na costa verde, a Enel Distribuição Rio removeu “gatos” de energia em dois estabelecimentos comerciais da cidade. Os gerentes das lojas foram encaminhados à 166ª DP, onde a ocorrência foi registrada.
Furtar energia é crime com pena prevista de um a quatro anos de reclusão, previsto na Lei. A Enel alerta para as consequências da prática ilegal "o furto de energia afeta a qualidade do serviço prestado pela distribuidora e coloca em risco a população". Levantamento através de denúncias encaminhadas mostra que o custo de energia aos clientes poderia ser 5% em média mais barato, se não houvesse ligações clandestinas.
Os técnicos da Enel, acompanhados por policiais civis, constataram as infrações em uma loja de conveniência, que também operava como bar, e em uma lanchonete. As ligações estavam conectadas de forma irregular, diretamente à rede da distribuidora, sem medidores de energia, o que caracteriza, segundo os técnicos, uma ligação clandestina, os chamados "gatos".
Como os responsáveis pelos estabelecimentos não estavam presentes, os gerentes foram conduzidos à delegacia e liberados após prestarem depoimentos.
As ações contaram com o apoio de policiais civis, onde as ocorrências de furto de energia foram registradas. Após as inspeções, as irregularidades foram desfeitas, e os estabelecimentos tiveram o fornecimento de energia suspenso.
Furtar energia é crime e causa riscos
Furtar energia é crime com pena prevista de um a quatro anos de reclusão. Com a nova lei sancionada, se o crime envolver cabos de energia, telefonia, dados ou transporte ferroviário e metroviário, a pena pode subir para até oito anos.
Quem realiza "gato" de energia também está sujeito ao pagamento dos valores correspondentes ao consumo não registrado durante o período da irregularidade. Além disso, o furto de energia compromete diretamente a qualidade do serviço prestado pela distribuidora e coloca em risco a segurança da população, especialmente de quem manipula a rede elétrica de forma clandestina.
As ligações irregulares podem causar curtos-circuitos e sobrecargas na rede, além de provocar interrupções no fornecimento de energia. A estimativa da Enel é que, se não houvesse furto de energia, as tarifas de todos os consumidores da Enel Rio poderiam ser reduzidas em cerca de 5%.
Os técnicos da Enel, acompanhados por policiais civis, constataram as infrações em uma loja de conveniência, que também operava como bar, e em uma lanchonete. As ligações estavam conectadas de forma irregular, diretamente à rede da distribuidora, sem medidores de energia, o que caracteriza, segundo os técnicos, uma ligação clandestina, os chamados "gatos".
Como os responsáveis pelos estabelecimentos não estavam presentes, os gerentes foram conduzidos à delegacia e liberados após prestarem depoimentos.
As ações contaram com o apoio de policiais civis, onde as ocorrências de furto de energia foram registradas. Após as inspeções, as irregularidades foram desfeitas, e os estabelecimentos tiveram o fornecimento de energia suspenso.
Furtar energia é crime e causa riscos
Furtar energia é crime com pena prevista de um a quatro anos de reclusão. Com a nova lei sancionada, se o crime envolver cabos de energia, telefonia, dados ou transporte ferroviário e metroviário, a pena pode subir para até oito anos.
Quem realiza "gato" de energia também está sujeito ao pagamento dos valores correspondentes ao consumo não registrado durante o período da irregularidade. Além disso, o furto de energia compromete diretamente a qualidade do serviço prestado pela distribuidora e coloca em risco a segurança da população, especialmente de quem manipula a rede elétrica de forma clandestina.
As ligações irregulares podem causar curtos-circuitos e sobrecargas na rede, além de provocar interrupções no fornecimento de energia. A estimativa da Enel é que, se não houvesse furto de energia, as tarifas de todos os consumidores da Enel Rio poderiam ser reduzidas em cerca de 5%.

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