Érika Rodriges, Alessandra Carneiro, Uedson Santos e Nancy Lima Renata Cristiane
A situação gerou tanta polêmica que, nesta terça-feira (16), o Jornal O Dia foi até o local e conversou com três representantes da Associação Profissional dos Artesãos da Praia do Forte (APAPF), Valfredo Machado, que ocupa o cargo de presidente, Érika e Paulo Gaúcho.
E o que mais causa estranheza, conforme os artesãos, é o fato de terem sido apenas 11 despejos, de um total de 232 boxes na Praça da Cidadania. Além disso, eles também questionam o fato de não ter ocorrido um processo transparente, onde foi convocada uma reunião pela prefeitura.
“Por que quer tirar? Se é por aluguel, tem muita coisa de aluguel aqui para ser tirado, não apenas essas 11 barracas”, disse Valfredo.
Um ponto levantado pelos denunciantes é que a associação que aceitou a notificação possui nomes na folha de pagamento da prefeitura, com cargos comissionados. Eles acreditam que, com a desapropriação dos espaços, que, somando, estão avaliados em aproximadamente R$ 500 mil, esse grupo conseguirá ocupá-los com facilidade.
Diante dos fatos, o Jornal entrou em contato mais uma vez com a prefeitura, com o objetivo de esclarecer os novos desdobramentos da denúncia, e aguarda retorno.
Confira a entrevista com os denunciantes:



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