InclusãoReprodução
O serviço funciona diariamente. Após a denúncia, servidores da superintendência recebem a vítima pessoalmente, caso ela se sinta confortável, para registrar o ocorrido e fornecer orientações.
“Nós fazemos esse contato com a pessoa e recebemos ela pessoalmente, para preencher uma ficha e dar detalhes do ocorrido. Assim, podemos direcionar para o Centro de Cidadania LGBT e acompanhar a vítima no registro de ocorrência na delegacia, oferecendo suporte e acolhimento. Quem faz a denúncia colabora para termos indicadores mais reais, ajudando na promoção de políticas públicas de combate a esses crimes”, explicou Bárbara Barrozo, superintendente municipal de Políticas Públicas LGBTI+.
O canal busca reforçar a proteção e garantir que vítimas de LGBTIfobia recebam orientação adequada, contribuindo para uma cidade mais inclusiva e segura para todos.


Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.