Paulo Hirano explica que expectativa é de que o mutirão seja concluído em dois meses, podendo estender até 90 dias aias Foto César Ferreira/Divulgação
Mutirão de Cirurgias define pacientes em três grupos para os procedimentos
Previsão é de 1.617 cirurgias, sendo 330 bariátricas, 600 da vesícula, 405 de hérnias, 250 de cataratas e 32 revascularizações miocárdicas
Campos – Lançado oficialmente nessa quarta-feira (3) pelo prefeito de Campos dos Goytacazes (RJ), Wladimir Garotinho, com previsão de 1.617 procedimentos, o sexto Mutirão de Cirurgias realizado pelo governo municipal vai beneficiar quem já está inserido no sistema da Subsecretaria de Regulação em Saúde e aguardando em fila pelo procedimento.
De acordo com o secretário de Saúde, Paulo Hirano, os pacientes foram classificados em três grupos e deverão comparecer à subsecretaria, antigo Núcleo de Regulação, a partir de segunda-feira (8). A expectativa é de que o mutirão seja concluído em dois meses, podendo estender até 90 dias a depender da capacidade de atendimento das equipes médicas do Hospital Escola Álvaro Alvim e da Santa Casa de Misericórdia.
“Os procedimentos cirúrgicos serão realizados com recursos de emenda do deputado federal Eduardo Bandeira de Mello e do Fundo Nacional de Saúde”, lembra Hirano ratificando que do total de cirurgias programadas, 330 são bariátricas – o primeiro grupo os pacientes que já estão liberados para a cirurgia.
A orientação é que todos estejam com o risco cirúrgico pronto dentro do prazo de seis meses e concluídas as terapias, atendimento com psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta e cirurgião. “Após esta conferência, os pacientes serão encaminhados para a consulta e marcação da cirurgia”, acrescenta a diretora de Atenção Ambulatorial e Policlínica, Rúbia Fonseca.
ORDEM CRONOLÓGICA - Quanto ao segundo grupo, Rúbia aponta que são os que estão com risco cirúrgico vencido: “Estes devem procurar a Subsecretaria de Regulação em Saúde para realizar novos exames e, em seguida, marcar consulta de risco cirúrgico. Após serem liberados, passarão pela consulta de cirurgia e terão o procedimento agendado”. O terceiro ela diz que são os pacientes em fila.
Nesse caso, é necessário iniciar o processo, marcando a primeira consulta para cirurgia bariátrica: “Será seguida a ordem cronológica da inserção de solicitação. A partir do momento em que os dois primeiros grupos avançarem, começa a inserção do terceiro grupo. De que forma? iniciando com a primeira consulta e as terapias. Assim zeramos a fila”, enfatiza a diretora.
Ressaltando detalhes pontuados por Wladimir Garotinho. Rúbia relata que, além das 330 cirurgias bariátricas, serão realizadas 600 da vesícula (colecistectomia), 405 de hérnias inguinais e umbilicais, 250 de cataratas e 32 revascularizações miocárdicas. “Os pacientes serão convocados de acordo com a ordem cronológica da inserção de solicitação que está no sistema”, conclui.

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