Adriane Galisteu, Fairmont Rio, baile de máscaras, Alexandre Herchcovitch, celebridades, televisão, coluna Andrei Lara, Rio de JaneiroFoto: Andrei Lara
Exclusivo Galisteu diz que não faz mais questão de agradar e que tem pavor de 'sincericídio'
No baile de máscaras do Fairmont, apresentadora falou com maturidade e autenticidade exclusivamente com Andrei Lara, titular desta coluna do Jornal O Dia
Com um visual burlesco e cheio de personalidade, Adriane Galisteu foi um dos grandes destaques do tradicional baile de máscaras do Fairmont, no Rio de Janeiro. Musa da noite, ela apostou em uma produção assinada por Alexandre Herchcovitch, inspirada nas mulheres das antigas, com um toque lúdico e sofisticado que chamou atenção logo na chegada.
Em conversa exclusiva com este colunista, a apresentadora deixou claro que vive uma fase mais madura e objetiva. “Não agrado mais ninguém. Me agrado e olha lá”, disse, sem rodeios. Segundo ela, ser direta não significa perder a sensibilidade. “O fato de eu ser direta não significa que eu tenho direito de magoar você. Ser direta é não perder tempo com aquilo que eu não acredito.”
Ao comentar o atual cenário da TV e o crescimento dos influenciadores digitais, Adriane foi ponderada e reafirmou que há espaço para todos. Para ela, mais importante do que comparar trajetórias é manter o foco no próprio trabalho. “Todo mundo tem seu lugar, tem seu espaço. A gente se preocupa muito com o outro e precisa se preocupar mais com o que a gente está fazendo”, afirmou.
Segura, consciente e fiel à própria essência, Galisteu mostrou que atravessa um momento de equilíbrio entre firmeza e personalidade. Uma fase em que maturidade e autenticidade falam mais alto, sem deixar que a objetividade vire “sincericídio”.

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