Luisa Mell denunciou a existência de grupos violentos no Discord após relatar um caso em que uma adolescente teria triturado um gatinho dentro de um liquidificador durante uma transmissão ao vivo acompanhada por mais de mil pessoas Foto: reprodução Instagram
Adolescente tritura gatinho em liquidificador em live no Discord, denuncia Luisa Mell
Ativista afirma que cerca de 15 animais são torturados e mortos todas as noites em grupos online e cobra reação urgente de deputados e senadores.
A ativista e defensora da causa animal Luisa Mell fez um alerta grave nas redes sociais ao denunciar a existência de grupos violentos dentro da plataforma Discord. Segundo ela, uma adolescente teria triturado um gato dentro de um liquidificador durante uma transmissão ao vivo acompanhada por mais de mil crianças e adolescentes.
O caso, por si só, já seria chocante. Mas, de acordo com Luisa, não se trata de um episódio isolado. A ativista afirma que cerca de 15 animais são torturados e assassinados todas as noites em transmissões clandestinas dentro dessas comunidades online.
A pergunta que fica é: até quando o Brasil vai permitir que plataformas digitais sejam usadas como território livre para esse tipo de horror? Até quando empresas de tecnologia poderão alegar dificuldade de moderação enquanto crimes bárbaros são transmitidos para crianças e adolescentes?
Além da crueldade contra animais, Luisa Mell também denunciou supostos casos de manipulação psicológica envolvendo jovens, incluindo incentivo à automutilação e até ao suicídio. A ativista afirma que esteve em Brasília levando vídeos e denúncias às autoridades para cobrar providências.
A cobrança agora recai sobre deputados, senadores, órgãos de investigação e sobre as próprias plataformas digitais. Se há ambiente virtual servindo para tortura, aliciamento e exposição de menores a conteúdos extremos, a resposta precisa ser imediata.
Luisa pede mobilização popular para pressionar pela criação de uma comissão de inquérito e pela aprovação de projetos de lei voltados ao combate de crimes virtuais envolvendo crueldade animal e exploração psicológica de adolescentes.
O caso reacende uma discussão urgente: por que plataformas que não conseguem impedir a circulação de transmissões criminosas seguem funcionando sem punição mais severa no país?

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