Justiça tenta intimar psicóloga que atacou filha de Roberto Justus na internet, mas não consegue localizá-laFoto: Reprodução/ Redes sociais

O imbróglio judicial envolvendo Roberto Justus, Ana Paula Siebert e a filha, Vicky, ganhou um novo capítulo, e, desta vez, nos bastidores da Justiça. A coluna Daniel Nascimento descobriu com exclusividade que a psicóloga Aline Alves de Lima, alvo da ação movida pela família após ataques direcionados à criança de 6 anos nas redes sociais, não foi localizada.
O processo tramita na Justiça de São Paulo e tem como autores Roberto, Ana Paula e Vicky. A ação pede indenização por danos morais em razão das manifestações feitas nas redes sociais envolvendo a filha do casal.
Nos autos, um ato ordinatório informa expressamente que houve resultado negativo na tentativa de cumprimento do mandado contra Aline. Diante disso, a Justiça determinou que Justus e os demais autores se manifestem sobre o ocorrido no prazo de 15 dias.
Ou seja: enquanto a família tenta levar adiante a ação judicial, a Justiça ainda não conseguiu efetivar a citação da psicóloga, etapa necessária para que ela seja formalmente chamada ao processo e possa apresentar sua defesa.
O caso agora aguarda a manifestação dos autores sobre a tentativa frustrada de localização da ré e os próximos passos para que a ação tenha continuidade.
Relembre a história
Roberto Justus e Ana Paula Siebert entraram na Justiça contra o professor da UFRJ Marcos Dantas e a psicóloga Aline Alves de Lima, após comentários feitos nas redes sociais sobre Vicky.
O caso começou depois que uma foto da menina usando uma bolsa de grife de R$ 14 mil recebeu um comentário atribuído ao professor, que teria escrito "só a guilhotina". A psicóloga teria apoiado o comentário, dizendo: "Tem que matar mesmo".
A defesa do casal considerou as manifestações ofensivas e pediu R$ 600 mil em indenizações, divididos em R$ 100 mil para Roberto, R$ 100 mil para Ana Paula e R$ 100 mil para Vicky em cada uma das duas ações, totalizando R$ 300 mil por réu e R$ 600 mil no conjunto dos processos.
À época, Marcos Dantas teria publicado um pedido de desculpas, mas a defesa de Justus afirmou que ele teria se colocado como vítima e questionou a sinceridade da retratação.
No processo contra a psicóloga, os advogados também defenderam que as manifestações atribuídas a ela justificariam reparação por danos morais.