Eduardo Torreão - Divulgação
Eduardo TorreãoDivulgação
Por O Dia
Com certeza você já deve ter recebido um áudio pelo WhatsApp em que começa com um "bom dia, família". Toda sexta-feira, uma nova gravação da série é compartilhada nas redes sociais e leva para o ouvinte muitos risos, com mensagens positivas e alto astral. A coluna revela a identidade do dono da voz dos áudios. Trata-se de Eduardo Torreão, um bancário de 26 anos, morador do Rio. A gente bateu um papo com ele, que contou como os áudios são gravados e afirmou que as divertidas mensagens já tirou gente da depressão. Confira!
Como surgiu a ideia dos áudios?
A ideia surgiu através do Alexandre Uzai, produtor de eventos, que me ligou sugerindo gravar um áudio. No início, achei nada a ver, não achei bacana, nem engraçado. Achei que não ia pegar o negócio não. Começou há um ano e agora é sucesso.

Como começou a fazer sucesso?
Na segunda semana, o Lázaro Ramos tinha postado meu áudio. Foi ele que motivou a continuidade do trabalho. Depois, o Ronaldinho Gaúcho postou no feed, e aí foi crescendo. Meu Instagram saiu de mil e quinhentos pra 45 mil e poucos seguidores, que é o que tenho agora. Já viralizou a nível Brasil e até gente de fora me manda mensagem.

Já soube de alguma história curiosa que aconteceu por causa do áudio?
Por incrível que pareça, já escutei de muitas pessoas que eu ajudei a curá-las da depressão, foi algo que me surpreendeu. É muito gratificante.

De onde vem a inspiração para gravar?
As frases a gente pega durante a semana, de coisas que a gente escuta, sacadas que vem acontecendo durante os últimos dias que sai no jornal.

Você recebe pelos áudios?
Hoje, eu vivo fazendo áudio e presença em eventos. Já fiz pra cervejarias, canal de TV e para lançamento de músicas também.

Você é ligado à música?
Sempre fui muito ligado à música porque meu pai, apesar de não ter estudado nem vivido da música, é um músico sensacional, fenomenal. Ele é minha inspiração. Eu toco violão e improviso no cavaquinho, além do canto. Já cheguei a tocar em barzinho, ser MC e a cantar funk em noitada. Mas é algo que, até então, tem seguido em paralelo, mais como hobby do que profissão. Eu tenho focado na parte do humor, estou migrando para o stand up e escrevendo textos.

Como surgiu o bordão 'Bom dia, família'?
O bordão, na verdade, é do grupo da minha família mesmo. Quando a gente ia para a noitada, tinha que avisar quando chegar. Então eu falava "bom dia, família. Cheguei em casa". Aí calhou que encaixou na ideia do Alexandre de colocar o "bom dia, família" nos áudios.
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Você recebe muita cantada por causa da voz? Você namora?
Tinha 140 quilos, fiz uma cirurgia bariátrica e emagreci. Comecei a namorar e terminei. Quando comecei a namorar de novo, os áudios já estavam dando certo. Mas cheguei a ter discussões no namoro em relação às cantadas. É impressionante, recebo muitas cantadas, mas filtro bastante. Tenho o carinho de responder todo mundo e ser educado. Atualmente, não namoro. Até gosto de uma pessoa. Estava vivendo muito intensamente minha vida mas, recentemente, eu passei a gostar de uma pessoa, mas não estou namorando. Mesmo se eu vier a namorar, vou continuar respeitando as pessoas que me mandam mensagens, pois educação e simplicidade são coisas que a gente não pode deixar de ter nunca.
Confira, com exclusividade, o áudio desta semana:
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