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Câmara de Meriti rediscute orçamento — e pode complicar vida do prefeito

Emenda à LOA prevê que a prefeitura possa remanejar apenas 5% dos recursos

Prefeito de Meriti, Dr. João, em visita ao novo galpão da Secretaria de Saúde Divulgação

Os sinais que vão da Câmara de São João de Meriti à prefeitura não são dos mais auspiciosos. O Legislativo terá uma sessão nesta terça-feira (04), que pode deixar o alcaide João Ferreira Neto de mãos atadas pelo resto do ano.
No fim do ano passado, a Casa chegou a aprovar a Lei Orçamentária Anual, dando ao prefeito a possibilidade de remanejar 50% dos recursos — mas a sessão foi anulada, sob a justificativa de que a Comissão de Finanças e Orçamento não tinha emitido seu parecer.
A ideia é votar hoje uma emenda diminuindo consideravelmente essa margem de manobra para apenas... 5%.
O presidente da Câmara, Davi Perini Vermelho, o Didê (DEM), diz que as rédeas curtíssimas são consequência do terceiro parecer seguido do Tribunal de Contas do Estado pela reprovação das contas municipais.
"Até para resguardar o prefeito e termos mais condições de fiscalizar", justifica. "Se o TCE já nos alertou sobre problemas, vamos dar mais um cheque em branco?".
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Emenda à LOA prevê que a prefeitura possa remanejar apenas 5% dos recursos

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Os sinais que vão da Câmara de São João de Meriti à prefeitura não são dos mais auspiciosos. O Legislativo terá uma sessão nesta terça-feira (04), que pode deixar o alcaide João Ferreira Neto de mãos atadas pelo resto do ano.
No fim do ano passado, a Casa chegou a aprovar a Lei Orçamentária Anual, dando ao prefeito a possibilidade de remanejar 50% dos recursos — mas a sessão foi anulada, sob a justificativa de que a Comissão de Finanças e Orçamento não tinha emitido seu parecer.
A ideia é votar hoje uma emenda diminuindo consideravelmente essa margem de manobra para apenas... 5%.
O presidente da Câmara, Davi Perini Vermelho, o Didê (DEM), diz que as rédeas curtíssimas são consequência do terceiro parecer seguido do Tribunal de Contas do Estado pela reprovação das contas municipais.
"Até para resguardar o prefeito e termos mais condições de fiscalizar", justifica. "Se o TCE já nos alertou sobre problemas, vamos dar mais um cheque em branco?".
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