O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello - Divulgação
O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de MelloDivulgação
Por O Dia
Mais de sete meses se passaram desde o início da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Em live para o Jornal O Dia, o candidato à prefeitura do Rio pela Rede, Eduardo Bandeira de Mello, disse que "a pandemia escancarou as nossas mazelas, desigualdades. Todos nós já sabíamos que o Rio de Janeiro era uma cidade desigual. Uma cidade em que você não tem oportunidades para todo mundo e a pandemia deixou isso claro. São vários problemas que vamos ter que atacar com relação à pandemia. O problema que salta os olhos é o da flexibilização das atividades. Tem muita gente que acha que a pandemia acabou, que a pandemia foi um problema que começou em março e que agora não existe mais e está todo mundo caminhando para a flexibilização e estamos vendo que não é isso. A cada dia que passa vem surgindo indícios de que a crise ainda existe, não só no Brasil. Estamos vendo o que acontece agora em Portugal e na França. Nós no Brasil temos que estar preparados para que haja uma volta de todos os problemas que a gente enfrentou. No caso da flexibilização, eu vejo que nós erramos muito do início de março para cá. Erramos nas três instâncias de governo: não só na municipal, mas na estadual e na federal também. Essas três instâncias de governo não conversaram como deveriam. Não se entenderam e não perceberam que estávamos vivendo uma situação que se assemelha em situação de guerra, em que os interesses da população, os interesses ligados à de saúde pública tem que prevalecer e não os interesses pessoais, políticos e, infelizmente, até os interesses econômicos. Vamos ter que mudar isso".

O candidato falou ainda sobre o que pretende fazer, caso eleito ao cargo. "Se nós chegarmos à prefeitura, a partir de janeiro, vamos buscar cooperação estreita com governo estadual e federal, independente de partido, ideologia, orientação política. É o interesse da população que tem que estar em primeiro lugar. A partir do momento que a gente se viu no meio da crise, nós não lidamos com a crise como deveríamos ter, em termos até gerenciais. Seria necessário estabelecer de início um gabinete de crise de verdade, em que os protagonistas desse gabinete fossem as autoridades de saúde pública que ouviriam outros setores, de educação, cultura, lazer, esporte, transporte e todas as decisões relativas a uma flexibilização das atividades deveriam partir das autoridades de saúde pública ouvindo todos os outros. Ser um verdadeiro comitê de crise que nunca foi implantado". 
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