Eduardo Paes (PSD), Marcelo Magno (PL), Thiago Fantinha e Vantoil Martins (PSB). Reprodução/ Renata Cristiane e RCFM

Arraial do Cabo - O aniversário de 41 anos de emancipação político-administrativa de Arraial do Cabo, celebrado nesta quarta-feira (13), foi marcado não apenas pelas festividades cívicas, mas também por uma intensa movimentação política envolvendo lideranças da Região dos Lagos e do estado do Rio de Janeiro.

Após o desfile cívico realizado pela manhã, o pré-candidato ao Governo do Estado, Eduardo Paes (PSD), concedeu entrevista exclusiva ao lado do prefeito cabista, Marcelo Magno (PL), do secretário de Governo, Thiago Fantinha, e do pré-candidato a deputado estadual, Vantoil Martins (PSB).


Em tom descontraído, Paes elogiou Arraial do Cabo, classificando o município como a “cidade mais linda do estado”, e evitou entrar em embates políticos ao comentar declarações recentes do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e do deputado estadual Douglas Ruas.

Durante a entrevista, o prefeito do Rio afirmou que tem percorrido diferentes municípios fluminenses para conhecer de perto as demandas regionais e ampliar o diálogo político visando o cenário eleitoral de 2026.
“Sou noviço em tudo que faço”, declarou Paes ao comentar sua aproximação com cidades do interior.

Nos bastidores, a presença conjunta de Paes, Marcelo Magno, Vantoil Martins e Thiago Fantinha demonstrou alinhamento político e fortalecimento de alianças para a próxima disputa estadual. A movimentação também reforça o protagonismo que Arraial vem ganhando nas articulações ligadas ao Palácio Guanabara.

Durante as comemorações, Marcelo Magno aproveitou o momento para destacar o atual cenário financeiro do município, impulsionado pelo aumento da arrecadação dos royalties do petróleo. Segundo o prefeito, a cidade já ultrapassa R$ 400 milhões em investimentos voltados para obras estruturais. Ele também defendeu a importância de planejamento a longo prazo, principalmente diante da dependência econômica dos royalties petrolíferos. "O royalty um dia acaba e precisamos pensar nas próximas gerações".