A e B: Tínhamos 23 anos. Nos conhecemos através de amigos em comum. Resolvemos em semanas que iríamos morar juntos. E desde então dividimos a mesma casa. E somos uma família muito feliz!
A e B: O preconceito é, na maioria das vezes, algo que vem nas entrelinhas. É perceptível e declarado quando pessoas do nosso convívio não acham normal que um casal gay tenha os mesmos direitos que um casal heterossexual. Ou quando uma pessoa fica chocada com uma manifestação de carinho pública entre pessoas do mesmo sexo. O beijo entre pessoas do mesmo sexo, por incrível que pareça, ainda choca muito. Isso, observo sempre.
A e B: Já somos uma família. Temos três cachorros, uma casa para cuidar e uma vida igual a de qualquer casal. Comemoramos nosso aniversário de feliz união todo o ano, dia 6 de dezembro.
A e B: Temos três filhas. Charlote, Pommery e Celine. Uma golden e duas shitzu. Quem sabe adotaremos mais umas três? (risos).
A e B: O que significa essa palavra?
B: Este ano, apresentei um evento no sul do Brasil. Fui barrado nos três dias de evento. Acho que todo mundo deveria ser barrado na vida. Nesse momento, você consegue observar a arrogância das pessoas. Humildade é tudo na vida. Existe algo mais cafona do que a frase “você sabe com quem está falando”? Voltando ao último momento barrado no baile... O segurança que me barrou ficou meu amigo. Ele foi exemplar!
B: O elenco do ‘Penetras’. Eles são impagáveis. Amei trabalhar com eles.
B: Tive a oportunidade de lidar com muitos penetras no filme que gravei este ano com o Eduardo Sterblitch e Danton Melo, ‘Os Penetras 2 — Quem Dá Mais?’, em breve estará em cartaz. Foi ótimo trabalhar com o craque Andrucha Waddington.
B: Estou trabalhando no filme sobre a vida do Diego Hypolito. A história desse nosso campeão é incrível. É cheia de conflitos, vai emocionar muita gente quando chegar aos cinemas de todo Brasil.
B: Calma, Lili. Ainda não estou na final. Espero conseguir. Tenho medo de altura e o programa está me ajudando muito a superar esse medo.
A e B: O que vale na vida é ser feliz. Tudo passa muito rápido.
A e B: Sim, faremos na nossa casa como todos os anos...
B: Ajudar a Fiocruz a comprar todos os equipamentos para pesquisa do Zika Virus. E abrir um ginásio para crianças que não têm condições de pagar para praticar esporte.
A: Ter coragem de ser sempre mais feliz. Um sonho impossível: voltar no tempo e passar um dia com minha mãe. Um sonho material: um iate de 200 pés para colocar os amigos dentro e viajar muito.






