
Rio - A coluna #TôNaFeira fala de um sabor indígena com fama nordestina que ganhou o Brasil: a tapioca. Mesmo com o frio, ela é pedida certa na Feira de São Cristóvão. Natural de Cachoeira de Macacu, Sônia Regina, de 52 anos, se orgulha de vender a iguaria.
"Desde lá de fora que eu vendo tapioca. Já fui empregada. Me orgulho do meu passado, mas hoje sou patroa (risos)", se diverte a feirante, que fala com o é sua relação com seus funcionários. "Sou uma amiga dos meus funcionários. Somos uma grande família. Minha filha e minha irmã que me ajudam aqui", completa.
Sônia entrega um dos segredos de sua barraca. "Dedicação e fazer o melhor sempre", afirma a feirante, que não deixa de lado uma boa matéria-prima para preparar suas tapiocas. "A goma tem que estar branquinha e caprichamos no recheio. Isso faz o cliente voltar", conta.
Se depender de Sônia Regina, a tapioca sempre será a protagonista e quitute da Feira de São Cristóvão. "Tapioca é lanche, sobremesa, café da manhã e até jantar. Aqui temos muitos sabores, mais de 20, a de banana com nutella não pode faltar", finaliza a feirante, que se orgulha do seu ofício e dos seus clientes fiéis.
Serviço
CENTRO LUIZ GONZAGADE TRADIÇÕES NORDESTINAS. Campo de São Cristóvão s/nº, São Cristóvão (2580-5335). Ter a qui, de 10h às 18h. Grátis. Fins de semana, de 18h de sexta às 21h de domingo. R$ 5.






