Hana Khalil sofreu importunação sexual em restaurante Reprodução/Instagram
Ex-BBB Hana Khalil é vítima de importunação sexual em restaurante
A influenciadora filmou o ato criminoso e registrou um boletim de ocorrência
Rio - Hana Khalil, de 28 anos, revelou que sofreu importunação sexual em um restaurante no último domingo. A ex-BBB contou que estava no estabelecimento com o namorado quando um homem entre 50 e 60 anos exibiu o órgão sexual enquanto olhava para ela.
A influenciadora descreveu a situação em vídeo nas redes sociais. "Meu coração estava muito na minha avó, na minha mãe, na minha família. Enfim, eu estava, de fato, em outro planeta. Eu nem tinha reparado o cara perto de mim. Aí o meu olhar de relance, vê esse homem que devia ter uns cinquenta, sessenta anos, ele estava afastando o short dele, me mostrando o pênis, de perna aberta e olhando para a minha cara".
Hana lamentou enfrentar esse episódio em meio ao luto. "Naquele momento eu pensei: 'não estou acreditando que eu vou ter que viver isso agora'. Engraçado que, por eu também saber como a justiça é e como funciona a validação em torno de uma agressão como essa, acho que o pior de tudo é você acabar de ser agredida e pensar: 'nossa, eu preciso provar isso, porque senão vão me desqualificar. Vão desqualificar o que eu estou falando'", afirmou.
A ex-BBB comentou que o homem cheirava uma substância em pó durante o ato. Ela conseguiu gravar o momento e relatou a situação aos seguranças do restaurante. "O cara fugiu, o segurança disse que tentou ir atrás dele, mas o cara saiu andando. Eu não entendi nada, sabe? A gente perdeu ele de vista. Eu fiz um boletim de ocorrência, fui à delegacia. É foda ter que estar fazendo isso no luto da minha avó, sabe? Enfim, não podia simplesmente deixar de registrar para que isso não aconteça com outras pessoas, para que ele já seja identificado".
A influenciadora comentou sobre a falta de credibilidade nesses relatos e questionou se a palavra dela bastaria sem a gravação. "Precisei verbalizar isso como incentivo às denúncias desse tipo de agressões quase diárias. Minha comunidade feminina vem sempre confiando em mim e se vulnerabilizando, me senti na necessidade de dividir como vítima, afinal, todas nós pensamos em ficar em silêncio e isso só desmobiliza o problema. Isso é a realidade de várias mulheres que pegam transporte publico todos os dias e eventualmente não conseguem provar ou denunciar sem dados", finalizou.





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