Roberto Medina, criador do Rock in RioManuella Viégas / Agência O Dia
"Drake. Acabou. Não vai mais. Ele desrespeitou o público. Veio pro Rock in Rio, não cantou direito e foi embora. Fez a mesma coisa em São Paulo. Eu respeito o público. Então, não, ele não volta”, declarou Medina em entrevista ao Toca UOL.
A apresentação de Drake no Rock in Rio ficou marcada por uma série de contratempos. Na época, o artista vetou a transmissão do show pouco antes de subir ao palco, o que surpreendeu a equipe responsável pela cobertura do evento. A apresentação também recebeu críticas de parte do público e da organização.
Durante a entrevista, Medina também comentou os critérios utilizados para montar o lineup do festival. Segundo ele, além dos números de audiência e popularidade, a relevância histórica dos artistas pesa na escolha.
“Eu consulto os mais tocados no Spotify, as paradas, mas também penso em transversalidade. Há artistas que atingem várias faixas etárias ao mesmo tempo. Tem também os que são história, não só artista. Tipo Sinatra, Elton John, Rolling Stones. O cara não vai só pra ver o show; vai porque é um momento histórico”, afirmou.
O empresário ainda revelou dois nomes que gostaria de trazer para futuras edições do Rock in Rio: Adele e Céline Dion. “Ouço Adele bastante. E Céline Dion também. Nunca tentei trazer, mas vou tentar. A Adele e a Céline Dion que me esperem, porque eu vou fazer barulho!”, brincou.
As declarações acontecem enquanto o festival se prepara para a edição de 2026, em setembro, no Parque Olímpico do Rio.


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