Beleza natural e estímulo de colágeno estão por trás da tendênciaReprodução/Instagram
O Volnewmer é uma tecnologia coreana de radiofrequência monopolar que trabalha principalmente a firmeza e a qualidade da pele.
Através do aquecimento controlado das camadas mais profundas do tecido, nós promovemos uma contração das fibras de colágeno existentes e estimulamos um processo de remodelação e produção de novo colágeno ao longo dos meses.
Então é um tratamento muito interessante porque não busca mudar o rosto da paciente. O objetivo é melhorar a sustentação, a firmeza e a qualidade da pele, preservando a naturalidade.
Muita gente tem medo de fazer procedimentos estéticos e acabar ficando com o rosto diferente. Esses tratamentos que estimulam o colágeno conseguem melhorar a aparência sem mudar os traços naturais?
Sim. Essa é justamente uma das características que fazem essas tecnologias ganharem tanto espaço.
No caso do Volnewmer, nós não estamos adicionando volume ao rosto. Estamos utilizando a radiofrequência para estimular e remodelar o colágeno da própria pele.
Eu sempre digo que rejuvenescer não precisa significar transformar. É possível melhorar firmeza, contorno e qualidade da pele sem modificar os traços que fazem aquela pessoa ser quem ela é.
Por que o colágeno é tão importante para a nossa pele e o que acontece com ele conforme a mulher vai envelhecendo?
O colágeno é uma das principais proteínas responsáveis pela estrutura e sustentação da nossa pele.
Com o passar dos anos, nós produzimos menos colágeno e também ocorre uma alteração na qualidade dessas fibras. Aos poucos, isso aparece no espelho como perda de firmeza, flacidez, linhas e mudanças no contorno facial.
Por isso, hoje a estética trabalha muito com tecnologias que estimulam o próprio organismo a produzir e remodelar colágeno. A ideia é cuidar da estrutura da pele e acompanhar o processo de envelhecimento de uma maneira mais natural.
A partir de que idade a mulher já pode começar a pensar em tratamentos para estimular o colágeno? É preciso esperar aparecer a flacidez?
Não existe uma idade exata e não precisamos esperar a flacidez ficar evidente.
O envelhecimento é individual e depende de fatores como genética, exposição solar, estilo de vida e características da própria pele. Por isso, antes de indicar qualquer tecnologia, é fundamental fazer uma avaliação.
Em pacientes mais jovens, podemos pensar muito mais em prevenção e manutenção da qualidade da pele. Conforme os sinais de perda de firmeza aparecem, conseguimos direcionar o tratamento para um estímulo mais intenso.
Por que tantas mulheres estão procurando procedimentos mais naturais, que melhoram a qualidade da pele sem deixar aquela aparência de rosto “mexido”?
Porque eu acredito que estamos vivendo uma mudança muito interessante na estética. A paciente não quer necessariamente parecer mais jovem ou ter outro rosto. Ela quer olhar no espelho e perceber uma versão bem cuidada dela mesma.
Por isso tratamentos que trabalham colágeno, firmeza e qualidade da pele ganharam tanto espaço.
Existe uma frase que traduz muito o que eu acredito na minha prática: a paciente quer ouvir “como você está bem”, e não “o que você fez no rosto?”.
Para mim, esse é o caminho da estética atual: menos transformação e mais regeneração, tecnologia e naturalidade.

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