Grande Prêmio da China de Fórmula 1 em 2026F1 / Pirelli Press Media
As equipes selaram um acordo para mudar a participação do motor na potência total dos carros. Diante deste novo cenário, a capacidade sairia dos atuais 50%-50% para 60% combustão interna e os 40% restantes elétrico.
Uma reunião online, realizada na manhã desta sexta-feira, e programada pela entidade, contou com a presença dos mais variados integrantes do circo da F-1. Participaram do encontro os chefes de equipe, gestores da Fórmula 1 e representantes das cinco fornecedoras de motores da categoria: Ferrari, Ford, Honda, Audi e Mercedes.
Neste ano, com as mudanças nas regras , a potência da parte elétrica subiu para 350 kW. A parte de combustão, no entanto, caiu dos 550 para 400kW. Diante das alterações, a divisão passou a girar em torno de 53-47%, mas passou a ser tratada publicamente como 50-50% para facilitar a compreensão do público
Na reunião desta sexta também foram revisadas mudanças implementadas pela FIA nesta pausa forçada do mês de abril (que teve dois GPS cancelados por causa dos conflitos no Oriente Médio). Melhorar a segurança dos pilotos foi o grande objetivo dessas alterações.
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